terça-feira, 21 de março de 2017

Os essenciais na fé cristã - Luiz Fernando dos Santos

 


“Porque para isto sois chamados; pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas” (1 Pedro 2.21).

A vida cristã não se resume em seus postulados, em suas doutrinas, em sua ética ou em sua liturgia. Essas coisas são importantes, são partes inerentes do todo da vida cristã. Contudo, nesses dias em preparação para a Páscoa nada é mais importante do que nos voltarmos todos para os essenciais de nossa fé.

Ser cristão é seguir e imitar o exemplo de Jesus. O discípulo fala o que ouve do seu mestre, imita as suas ações, redefine-se a partir daquilo mesmo que encontra no caráter na personalidade do mestre. Não se trata de aprender belas lições de vida, de haurir uma sabedoria arcana, saber interpretar a própria sorte à luz de conhecimentos psicológicos e etc., ainda que em algum momento isso possa acontecer e até servir para alguma coisa, não é disso que trata o discipulado.

Todos os cristãos são convocados para a cruz. Todos, sem exceções, somos convocados a abraçar a cruz do seguimento de Cristo, numa vida de negação ao nosso ego inchado e doentio, no exercício cotidiano da paciência e da humildade, saindo de nosso ensimesmamento e abrindo-nos aos outros em amor e serviço.

Por que as campanhas são sempre de vitória e não de abnegação?

Os cristãos parecem estar esquecendo essas verdades fundamentais. Por que você não encontra igrejas – em especial essas midiáticas, com grandes impérios de comunicação social ou com presença quase onipresente na TV brasileira e mundial –, fazendo uma campanha com o slogam: “40 dias assumindo a sua cruz com alegria e mansidão”, ou então: “Semana poderosa de abnegação de si mesmo e desapego em favor do pobre”, ou quem sabe “Grande reunião de oração por humildade e amor sacrificial”? As campanhas dizem respeito às chamadas vitórias que nada mais são do que a negação da cruz, a busca desenfreada de satisfazer o ego cobiçoso, o desejo doentio de buscar segurança nos bens, nas posses e a tentação de se manipular Deus pondo-o a prova.

Jesus Cristo no episódio do evangelho de Mateus, capítulo quatro, foi convidado por Satanás a realizar e frequentar campanhas parecidas com essas que vemos todos os dias por aí. Foi convidado a sacudir o jugo da obediência ao Pai que pelo Espírito Santo o havia conduzido para o deserto. Foi instado a abandonar essa cruz da confiança, dependência, submissão e satisfação nos planos do Pai e sacrificar no altar do imediatismo e do pragmatismo a sua relação de filho amado. O diabo também convidou Jesus para a campanha de “reivindique seus direitos de filho e coloque o Pai à prova, coloque Deus numa situação e limite, e você verá que Ele não pode trair, vai ter que cumprir a sua palavra”. Jesus respondeu dizendo que não tentaria a Deus. Não faria chantagem, não negociaria as condições da obediência, não seria leviano a ponto de supervalorizar a sua vida e condição em face da vontade de Deus. Recusou-se a querer tornar Deus refém emocional de suas carências e não pulou do pináculo.

Como Jesus resistiu a uma “campanha de prosperidade”

E por ultimo, não satisfeito ainda, o diabo propõe nova campanha, dessa vez, uma campanha explícita de prosperidade. Mentindo, oferece o que não pode dar e que nem mesmo o Senhor havia oferecido, promete a glória desse mundo, poder, riqueza, dominação, status, reconhecimento, fama. Jesus não cede. Jesus não se curva aos ídolos desse mundo – a trindade dinheiro, prazer, poder – e não se curva diante daquele que está por traz deles para mentir, matar, roubar e destruir sempre apelando para a cobiça tácita do coração humano.

Jesus saiu vitorioso dessas tentações. Jesus suportou a cruz daquele teste a que foi submetido pelo Pai. Estrategicamente o diabo se retirou e mais tarde, voltaria a novas cargas para que Jesus recusasse a cruz, agora aquela de madeira, tenebrosa, horripilante da maldição de Deus. Foi tentado a descer da cruz. Foi zombado como médico que a outros pode curar e a si mesmo não pode salvar. Jesus permaneceu na cruz que carregou durante toda a sua vida. Negou-se. Não negou, porém o amor. Sacrificou-se para dar vida. Feriu-se para curar. Em tudo confiou no seu Pai e não cedeu à tentação do mal. O caminho do discipulado e a preparação para a Páscoa se encontram justamente aqui, no carregar a cruz todos os dias e no seguir a Jesus.

• Luiz Fernando dos Santos é Ministro da Igreja Presbiteriana Central de Itapira.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Sã doutrina ou doutrina contra outra, um breve ensaio - Paulo Cilas


Há muito percebi que grandes vultos cristãos querendo pregar a verdade, em algum momento se detinham mais em combater as doutrinas anteriores - e muitas vezes erradas mesmo, e também impondo aquilo que eles com honestidade julgavam certo ao invés de anunciar  tão somente"a Sã Doutrina". Chamo-os de grandes vultos porque de fato o são. Nós os lemos e aprendemos com eles muitas coisas: Agostinho, Tomás, Lutero, Calvino, Wesley e tantos outros iguais ou mais importantes ( esses foram os que me ocorreram imediatamente em minha mente obtusa e pobre de história).
Em tempos atuais ouvimos, lemos e ouvimos em vídeos ou ao vivo muitos expoentes nacionais  e de fora. Nego-me a citar  os que se enriquecem em nome de Deus , espertos contumazes, donos de suas igrejas, que migram de "doutrina em "doutrina" sempre buscando benefícios de seu reino e não Do Reino.
Cito alguns daqueles que têm bom testemunho com suas vidas: são humildes, pessoalmente se portam como servos  e não senhores. Sabem ouvir o contraditório e não buscam o estrelato.
Como o Ed René Kivitz. Continuo ouvindo-o pela sinceridade aferida por mim em loco, mas me assustei quando o ouvir dizendo que praticamente  todos serão salvos. Sei que ele é um combatedor de ensinos ameaçadores que colocam na virtude do homem e não em Cristo a Salvação. Também combato a mensagem que transforma crentes não em pessoas humildes e gratas, mas soberbos que se transformam em juízes e sentenciadores dos outros. Aceito plenamente que as "Boas Novas"são a mensagem a ser pregada :  Você está indo para a morte ( inferno) aceite a Jesus e seja salvo no lugar de: Aceite a Jesus se não você vai para o inferno. Contudo, penso eu, que ele ao combater a doutrina errada exagera do outro lado.  Amando o Amor de Deus parece querer amar mais que o próprio Deus. Parece!
Sem contar que querendo dar uma profundidade e peso maior ao episódio de Jesus com a samaritana vai além do texto puro e simples - pregadores, mesmo os sinceros, podem ser acometidos pela "obrigação" de sempre falar algo com cara de novo, com aplicações mais intensas; E fica pior porque abrem flancos para  que espertalhões e crentes implacáveis façam a festa.
Já comentei também do pessoal "da missão na integra" que, sinceramente em nome dos mais pobres, ignora as armadilhas de um ensino anti judaico-cristão e as tramoias e corrupção que assolaram e assolam o país. Como o Ariovaldo Ramos, a quem continuo admirando mesmo discordando.
Enfim, ao nos tornarmos combatentes dos erros anteriores corremos o risco de errarmos no ponto certo da sã doutrina.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

DESCULPA-ME, MAS SOU UM PÉSSIMO PASTOR...


...Porque eu não vou mudar a minha voz para que você sinta segurança, achando que tenho alguma autoridade, quando eu falar;

...Porque eu não vou pensar por você para facilitar sua jornada espiritual;

...Porque eu não vou lhe ensinar a determinar ou dar ordens ao Pai, como um filho mimado o faz;

...Porque eu não vou lhe dizer que você é um vencedor quando a sua espiritualidade está falida;

...Porque eu não lhe direi que você é especial simplesmente por estar frequentando uma Igreja;

...Porque eu não alimentarei o seu ego pregando somente as coisas que você gosta de ouvir;

...Porque eu não lhe ensinarei a mover as mãos de Deus através de uma oferta sacrificial;

...Porque eu não vou lhe ensinar que se você entregar o dizimo sua responsabilidade com os necessitados estará cumprida;

...Porque eu não vou transformar a reunião do culto numa rave para que você fique atraído pelo ambiente;

...Porque eu não lhe darei uma lista do que pode ou do que não pode para você farisaicamente siga um mandamento no lugar de um Deus;

...Porque eu não lhe ensinarei que há um Diabo maior do que a Bíblia conta somente para você poder colocar em alguém a sua culpa;

...Porque eu não lhe ocultarei os meus erros para você pensar que é liderado por alguém melhor que você;

...Porque eu não lhe tratarei melhor por causa do carro que você anda, da roupa que você veste ou do dinheiro que você põe no gazofilacio.

Dentre muitas outras coisas que poderia dizer, fique certo: sou um péssimo pastor.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

"Que tipo de resolução de Ano Novo deve o cristão fazer? GotQuestions.org



 
A prática de se fazer resoluções de Ano Novo remonta aos antigos babilônios cerca de 3000 anos atrás. Há algo sobre o início de um novo ano que nos dá a sensação de um novo começo. Na realidade, não há uma diferença entre 31 de dezembro e 1 de janeiro. Nada místico ocorre à meia-noite do dia 31 de dezembro.  Se um cristão decidir fazer uma resolução de Ano Novo, que tipo de resolução deve ele ou ela fazer?

As resoluções de Ano Novo mais comuns são compromissos de largar um vício, gerir o dinheiro de forma mais sensata e passar mais tempo com a família. De longe, a resolução de Ano Novo mais comum é perder peso, em conjunto com fazer mais exercício e comer de forma mais saudável. Todos esses são bons objetivos. No entanto, 1 Timóteo 4:8 nos instrui a manter o exercício em perspectiva: "Pois o exercício corporal para pouco aproveita, mas a piedade para tudo é proveitosa, visto que tem a promessa da vida presente e da que há de vir." A grande maioria das resoluções de Ano Novo, mesmo entre os cristãos, está relacionada a coisas físicas. Esse não deve ser o caso.

Muitos cristãos fazem resoluções de Ano Novo para orar mais, ler a Bíblia todos os dias e frequentar a igreja regularmente. Estes são objetivos fantásticos. No entanto, essas resoluções de Ano Novo fracassam tão frequentemente quanto as resoluções que não são espirituais porque não há poder na resolução em si. Resolver parar ou iniciar uma determinada atividade não tem qualquer valor a menos que se tenha a motivação correta. Por exemplo, por que você quer ler a Bíblia todos os dias? É para honrar a Deus e crescer espiritualmente, ou é por que você acha que é algo bom para fazer? Por que você quer perder peso? É para honrar a Deus com o seu corpo, ou é por vaidade, para honrar a si mesmo?

Filipenses 4:13 nos diz: "Tudo posso naquele que me fortalece." João 15:5 declara: "Eu sou a videira; vós sois as varas. Quem permanece em mim e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer." Se Deus for o centro da sua resolução de Ano Novo, então há chance de sucesso dependendo do seu compromisso e determinação.

Então, que tipo de resolução de Ano Novo deve o cristão fazer? Aqui estão algumas sugestões: (1) ore ao Senhor pedindo por sabedoria (Tiago 1:5) em relação a quais resoluções, se for o caso, são da Sua vontade para a sua vida; (2) ore por sabedoria a respeito de como cumprir as metas que Deus lhe deu; (3) conte com a força de Deus para ajudá-lo; (4) encontre um parceiro de responsabilidade que irá ajudá-lo e incentivá-lo; (5) não se desanime com fracassos ocasionais, em vez disso, permita-lhes ser uma motivação; (6) não se torne orgulhoso ou vaidoso, mas dê glória a Deus. Salmo 37:5-6 diz: "Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele tudo fará. E ele fará sobressair a tua justiça como a luz, e o teu direito como o meio-dia."


sábado, 24 de dezembro de 2016

Um Reino que não tem fim - Paulo Cilas



É claro que quando comemorarmos o natal o que nos é a imagem da vem é festa, da alegria, da confraternização, da mensagem de paz, de união e muito mais. Mas o nascimento de Jesus aqui não foi um fim em si mesmo, isto é, ele não veio nascer aqui para somente trazer  a lembrança de tais coisas.Sabemos que o plano consistia não só na alegria do nascimento com anjos cantando "Glorias a Deus nas alturas", os magos trazendo presentes e a "estrela guia" . Mas, também, no que foi o momento crucial do porquê de seu nascimento: A morte, e morte de cruz. O filho nos dado, agora na cruz, é a maldição encarnada. Maldição de nossa queda, maldição de nosso pecado, maldição de nosso coração duro, maldição de  nossa maldade.

Como o próprio Jesus afirmara já próximo de sua morte: “a minh’alma está angustiada até a morte e o que direi? Eu vim para essa hora”.  Então fica claro que Jesus nasce para morrer e morre para instaurar definitivamente o seu reinado eterno após sua ressurreição.

Ao nascer aqui ele prega que o seu reino é chegado e está dentro de nós - era necessário instaurar as virtudes do Reino dentro de nós. Ao morrer sem mácula Ele garante esse mesmo reino agora exteriorizado e para sempre. Mas Ele não somente  morre como também  ressuscita.  E ao ressuscitar  nos garante que aqueles que estão nEle, que louvam seu nascimento e são  cientes de sua morte e ressurreição têm dentro de si  uma água viva que salta  para a eternidade por ele propiciada: “Na casa de meu pai há muitas moradas”.

Natal sem o entendimento da morte de Cristo, sua morte sem o entendimento da sua ressurreição e a sua ressurreição sem o entendimento de que nós também ressuscitaremos, perde todo o sentido. Mas o natal onde tudo isso é considerado a vida plena de Jesus e sua obra nos enlevam, pois temos a convicção de que somos cidadãos de um reino que não tem fim.

O que aconteceria se parássemos de comemorar o natal? por www.esbocandoideias.com


O que aconteceria se parássemos de comemorar o natal?
Nos últimos anos têm aumentado o número de inimigos do natal. Que os ímpios distorcem totalmente o sentido dele – e de muitas outras coisas nesse mundo – não é novidade, porém, nos últimos anos, um bom grupo de crentes resolveu também distorcer seu sentido e simplesmente desistir do natal, aboli-lo de suas vidas e até de suas igrejas. Os argumentos são vários: Jesus não nasceu dia 25 de dezembro, a árvore de natal, os presépios e o dia do natal têm origem pagã, a data se tornou comercial, a bíblia não manda comemorar o natal, etc., etc., etc.
Eles simplesmente resolveram desistir do natal baseados em argumentações diversas (e tenho que dizer absurdas). Até mesmo os reformadores, que em sua maioria eram a favor do natal, segundo eles, estavam errados! A hinologia cristã natalina também estaria equivocada e deveria ser abandonada… tudo que se construiu em torno do natal estaria errado, seria tudo satânico, demoníaco!
Resolvi, então, fazer um breve exercício, ouvir essas vozes contrárias e dar valor a elas, buscando compreender como seria o natal na sociedade sem que os crentes verdadeiros comemorassem o natal de Jesus Cristo. Vejamos como seria:

Se parássemos de comemorar o natal nada mudaria na sociedade de consumo, pois essa é a melhor data de vendas para o comércio. Pelo contrário, eles teriam ainda mais liberdade para implementar cada vez mais a visão mercadológica no natal, já que os defensores do verdadeiro natal não mais o defenderiam. Haveria muito mais espaço para essa visão errônea, que já vem sendo implementada há algum tempo.

Se parássemos de comemorar o natal o papai Noel continuaria a ser o símbolo de amor e bondade do mundo natalino mundano e reinaria cada vez mais soberano como um grande símbolo do natal da sociedade e se transformaria no maior de todos os símbolos do natal.
Se parássemos de comemorar o natal os presépios seriam retirados, as igrejas não cantariam mais seus hinos falando sobre o verdadeiro sentido do natal, o nascimento do Salvador, Jesus Cristo. Os corais não mais declarariam em uníssono sobre a mais bela demonstração de amor de Deus pela humanidade. As músicas que reinariam seriam aquelas compostas para glorificar a visão da sociedade sobre o natal.
Se parássemos de comemorar o natal teríamos uma grande oportunidade a menos de declarar às pessoas a obra salvífica de Jesus, que foi plenamente implementada na concretização de seu nascimento. Perderíamos uma grande data de evangelismo, de mostrar ao mundo a boa nova de grande alegria.
Se parássemos de comemorar o natal cederíamos mais uma data para que o mundo tomasse posse dela e a usasse para a glória do deus deste século como lhe aprouver.
Se parássemos de comemorar o natal ficaríamos com um vazio em nosso ano de comemorações cristãs, pois um dos pés do tripé de comemorações da obra salvadora de Cristo (nascimento, morte e ressurreição) seria simplesmente retirado. Somente comemoraríamos sua morte e ressurreição na páscoa – mas não sei também até quando, pois a páscoa segue o mesmo caminho do natal e logo será também satanizada.
Se parássemos de comemorar o natal…

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

SENHOR DE TUDO - PAULO CILAS



 No livro " Acima de tudo" Brennan Manning narra as muitas vezes em que Jesus "foi reduzido" às necessidades, maldades, anseios e caprichos humanos. Assim, foram criados:
    - O Jesus César - É a igreja embevecida com o poder, que posa ao lado de autoridades e acha que assim há maior relevância. Se vê influente por transitar nos bastidores do poder.
     - O Jesus Thomás de Torquemada - Inquisidor que matou e perseguiu milhares em nome de uma disciplina cristã. Quantos há que que em nome da fé desprezam o dom do amor.
      - O Jesus hippie - Revolucionário e anárquico. Quantas baboseiras também hoje em nome de uma liberdade vazia de conteúdo.
      - O Jesus yuppie- O cristianismo  de grife como testemunho da prosperidade do céu. Bens materiais e liturgias bem ajustadas, ora frias, ora extravagantes, representando "a glória de Deus".
  Acrescento ainda "O Jesus Sílvio Santos". Ele pegunta quem quer dinheiro? Abre as portas da esperança e oferece o baú da felicidade, porque o baú Dá felicidade.
   E assim desavisadamente ou não, vamos constituindo e moldando um cristo casamenteiro ou que salva casamentos. Um super nanny que educa nossos  filhos enquanto somos relapsos.
   A igreja desse cristo é apenas um  lugar legal para a família  ignorando que no passado e no presente, e ao redor de todo o mundo, crentes são perseguidos e mortos por se reunirem em nome de Jesus. Então, muitos, se vivessem nessa realidade, deixariam de ser e de ir à "igreja" por ela não ser mais um lugar "legal e seguro".
  Há ainda aqueles que transformam Jesus no personal stylist. Ele determina  ou inspira até bota de couro de píton.
  Contudo, ainda que tentem artificialmente moldar Jesus às mesquinharias humanas Ele, O Senhor, está acima de tudo e de todos.
  
 "Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho,
A quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo.
O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da majestade nas alturas;
Feito tanto mais excelente do que os anjos, quanto herdou mais excelente nome do que eles.
Porque, a qual dos anjos disse jamais: Tu és meu Filho, Hoje te gerei? E outra vez: Eu lhe serei por Pai, E ele me será por Filho?
E outra vez, quando introduz no mundo o primogênito, diz:E todos os anjos de Deus o adorem.
E, quanto aos anjos, diz: Faz dos seus anjos espíritos, E de seus ministros labareda de fogo.
Mas, do Filho, diz: Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos; Cetro de eqüidade é o cetro do teu reino.
Amaste a justiça e odiaste a iniqüidade; por isso Deus, o teu Deus, te ungiu Com óleo de alegria mais do que a teus companheiros.
E: Tu, Senhor, no princípio fundaste a terra, E os céus são obra de tuas mãos.
Eles perecerão, mas tu permanecerás; E todos eles, como roupa, envelhecerão,
E como um manto os enrolarás, e serão mudados. Mas tu és o mesmo, E os teus anos não acabarão.
E a qual dos anjos disse jamais: Assenta-te à minha destra, Até que ponha a teus inimigos por escabelo de teus pés?
Não são porventura todos eles espíritos ministradores, enviados para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação?" Hebreus 1:1-14

Uma esquerda religiosa e sem esperança - Filipe Samuel Nunes em Gospelprime

As pilhagens e o gosto pela violência que atravessa os Estados Unidos têm surpreendido o mundo. Alguns argumentarão que o problema racial é...